Trechos do Livro: Crepúsculo

— Bom te ver, Bells. — ele disse sorrindo, enquanto automaticamente me segurava para eu não cair. — Você não mudou muito. Como vai Renée?
— Mamãe vai bem. É bom te ver também, pai. — ele não me deixava chamá-lo de Charlie.
Só tinha trazido algumas malas. A maior parte das roupas que usava no Arizona eram muito permeáveis para usar em Washington. Minha mãe e eu tínhamos nos juntado para suplementar meu guarda-roupa com roupas de inverno, mas ainda tinha pouca coisa. Coube tudo na mala do carro-patrulha, facilmente.
— Achei um bom carro para você, bem barato. — ele anunciou quando já estávamos no carro.
— Que tipo de carro? — achei suspeito a maneira como ele disse “carro bom para você”, ao invés de só “carro bom”.
— Bem, na verdade é uma caminhonete, um Chevrolet.
— Onde o achou?
— Lembra-se de Billy Black, de La Push? — La Push é a pequena reserva indígena na costa.
— Não.
— Ele costumava ir pescar conosco no verão. — Charlie ofereceu ajuda.
Isso explicaria porque eu não lembrava dele. Me dou bem em bloquear da minha memória coisas dolorosas e desnecessárias.
— Ele está numa cadeira de rodas agora — Charlie continuou quando não respondi — então não pode dirigir mais, por isso se ofereceu para vender a caminhonete bem barato.
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“O que?”
“Eu fui preparado para sentir… alivio. Sabendo sobre tudo, não necessitando manter segredos de você, mas eu não podia esperar sentir mais do que isso. Eu gosto disso faz eu me sentir… feliz” Ele sugeriu timidamente.
“Eu estou satisfeita” Eu disse sorrindo de volta, eu me preocupei de pôde lamentar em dizer estas coisas, era bom saber que não era o acaso, mas então, porque seus olhos dissecaram a minha expressão, seu sorriso murchou e sua testa enrugou.
“Você está esperando para corre e gritar, não esta?” Eu supus.
“Um sorriso fraco apareceu em seus lábios e ele assentiu, Eu odeio estourar sua bolha, mas você não é realmente não cicatriza como você pensa, eu não o encontro cicatriz em tudo” Eu mentir casualmente.
Ele parou levantando e sua sobrancelha provavelmente incrédulo, então um sorriso brilhoso, largo e perverso apareceu.
“Você realmente não devia ter
“Você realmente não devia ter dito isso” Ele sorriu.
Um som baixo na parte de trás da sua garganta; seus lábios ondularam para trás sobre seus dentes perfeitos. Seu corpo deslocou de repente, metade do seu corpo abaixou-se, enrijecido como um leão próximo de uma presa.
Eu suportei me afastado dele.
“Você não deseja.”
Eu não o vi saltar em mim, ele foi muito rápido, eu me encontrei repentinamente se ar, nós nos chocamos contra o sofá, batemos na parede e seus braços formaram uma proteção ao redor de mim, eu estava me sentido claramente empurrada, mas estava fazendo um esforço para me sentir bem. O que ele tinha, ondulando-me em uma esfera de encontro a sua caixa, prendendo-me mais firmemente do que correntes do ferro. Eu estava satisfeita por ele está alarmado, mas ele parecia bem controlado, seu maxilar relaxou, ele sorriu, seus olhos brilharam com humor.
“Você estava dizendo?” Ele disse travesso.
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— Eles sempre moraram em Forks? — perguntei. Certamente eu os teria percebido em um dos verões aqui.

— Não — disse ela numa voz que dava a entender que isso devia ser óbvio, até para uma recém-chegada como eu. — Só se mudaram há dois anos, vindos de algum lugar do Alasca.

— Quem é o garoto de cabelo ruivo? — perguntei. Eu o espiei pelo canto do olho e ele ainda estava me encarando, mas não aparvalhado como os outros alunos. Tinha uma expressão meio frustrada. Olhei para baixo novamente.

— É o Edward. Ele é lindo, é claro, mas não perca seu tempo. Ele não namora. Ao que parece, nenhuma das meninas daqui é bonita o bastante para ele. — Ela fungou, um caso claro de dor-de-cotovelo. Eu me perguntei quando é que ele a tinha rejeitado.

— Parecem meio velhos para filhos adotivos.

— Agora são, Jasper e Rosalie têm 18 anos, mas estão com a Sra. Cullen desde que tinham 8 anos. Ela é tia deles ou coisa assim.

— Isso é bem legal… Eles cuidarem de todas essas crianças, quando eram tão pequenos e tudo isso.
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A raiva transpareceu nos seus olhos. Os seus lábios se pressionaram até formar uma linha fina, todos os sinais de humor tinham desaparecido.
“Bella, você é muito absurda”, ele disse, sua voz baixa estava fria.
Minhas palmas coçaram- eu queria tanto bater em alguma coisa. Eu estava surpresa comigo mesma. Normalmente eu não era uma pessoa violenta. Eu dei as costas e comecei a caminhar.
“Espere”, ele chamou. Eu continuei andando, caminhando furiosamente pela chuva. Mas ele estava perto de mim, acompanhando o passo facilmente.
“Me desculpe por ser rude”, ele disse enquanto andávamos. Eu ignorei ele. “Eu não estou dizendo que não é verdade”, ele continuou, “Mas mesmo assim foi rude.”
“Porque você não me deixa em paz?”, eu murmurei.
“Eu queria perguntar uma coisa, mas você me desconcentrou”,ele riu.
Ele parecia ter recuperado o bom humor.
“Você tem alguma disordem de múltipla personalidade?”, eu perguntei severamente.
“Você está fazendo de novo”.
Eu suspirei. “Tá bom, o que você quer perguntar?”
“Eu estava imaginando se no Sábado da próxima semana- você sabe, no dia do baile de primaveira-”
“Você está tentando ser engraçado ?” Eu interrompí me virando pra ele. Meu rosto ficou encharcado quando eu olhei pra cima pra ver sua expressão.
Seus olhos estavam estranhamente divertidos. “Será que você pode me deixar terminar por favor?”
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18. A Caçada
Eles emergiram um por um da floresta, se aproximando doze metros de uma só vez.
O primeiro homem diminuiu imediatamente, permitindo que o outro homem ficasse na sua frente, se deixando guiar pelo homem alto, de cabelos escuros que deixou bem claro quem era que liderava o bando. A terceira era uma mulher; á distância, tudo que eu conseguia ver dela era que ela tinha um cabelo numa incrível tom de vermelho.
Eles se enfileiraram antes de continuarem se aproximando cuidadosamente da família de Edward, exibindo o respeito natural de uma tropa de predadores quando encontram um grupo maior da sua própria espécie.
Enquanto eles se aproximavam, eu reparei no quanto eles eram diferentes do Cullen.
O caminhar deles parecia de gato, e constantemente isso fazia parecer que eles estavam rastejando. Eles usavam o vestiário normal de qualquer mochileiro: jeans e uma camisa de botão casual, feita de um tecido pesado e á prova de água. No entanto, as roupas estavam desgastadas, pelo uso, e eles estavam descalços. Os dois homens tinham cabelos cuidados,mas o cabelo alaranjado da mulher estava cheio de folhas e sujeira da floresta.
Seus olhos rápidos estudaram o jeito mais educado, urbano de Carlisle, que, acompanhado de Emmett e Jasper, andou cuidadosamente em frente para encontrá-los.
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23. O anjo
Enquanto eu flutuava, eu sonhei.
Onde eu flutuava, embaixo de uam água escura, eu ouvi o som mais feliz que minha mente poderia imaginar -tão lindo, tão animador, quanto era horrível. Era um outro rosnado; um rosnado mais profundo, mais selvagem que estava cheio de fúria.
Eu fiu trazida de volta, quase á superfície, por uma dor pulsante na minha mão meio levantada, mas eu não consegui achar o caminho o suficiente pra abrir os olhos.
E então eu sabia que estava morta.
Porque, pela água pesada, eu ouvi o som de um anjo chamando meu nome, me chamando para o único céu que eu queria.
“Ah, não, Bella, não!”, a voz do anjo chorava horrorizada.
Por trás daquele som desejado havia outro barulho – um horrível ruído de tumulto do qual minha mente se afastava. Um violento rugido baixo, um chocante barulho de estalo, e um som alto e agudo, de repente apareceram…
Em vez disso eu tentei me concentrar na voz do anjo.
“Bella, por favor! Bella, me ouça, por favor, por favor, Bella, por favor!”, ele implorou.
Sim, eu queria dizer. Qualquer coisa. Mas eu não conseguia encontrar meus lábios.
“Carlisle!”, o anjo chamou, agonia na sua voz perfeita. “Bella, Bella, ah, não, por favor, não, não!” E o anjo chorava sem lágrimas, soluços despedaçados.
Um anjo não deveria chorar, era errado. Eu tentei encontrá-lo, dizê-lo que estava tudo bem, mas a água era profunda demais, estava me pressionando, e eu não podia respirar.
Ouve um ponto pressionado na minha cabeça. Doeu. Então, quando a dor quebrou a escuridão chegando até mim, outras dores vieram, dores mais fortes. Eu chorei, ofegante, quebrando o caminho pela escuridão.
“Bella!”, o anjo chamou.

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